Um escritor que buscou em suas próprias memórias inspiração para escrever obras baseadas na decadência dos senhores de engenho, no cangaço e misticismo. Um jornalista adaptado ao cenário carioca que viveu intensamente sua paixão pelo futebol e pelo Flamengo.
Nos 50 anos de morte do escritor paraibano, a vida de José Lins do Rego [1] foi contada de várias formas dentro da Casa que o consagrou imortal. Na última quinta-feira, a Academia Brasileira de Letras prestou homenagem ao acadêmico através de uma Mesa-redonda [2] especial, no Salão Nobre do Petit Trianon.
O evento contou com a participação dos acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça [3], presidente da ABL, Cícero Sandroni [4], secretário-geral, Affonso Arinos de Mello Franco [5], Alberto Venancio Filho [6] e Alfredo Bosi [7], e também de Maria Cristina Lins do Rego Veras, filha do homenageado. O debate detalhou o universo literário, pessoal e esportivo de "Zelins".
50 anos de morte de José Lins do Rego teve entrada franca e encontra-se disponível em vídeo e fotografia para consulta no Arquivo da ABL.
Leia também:
"Chá e futebol [8]", por Marcos Vilaça
30/08/2007 - Atualizada em 29/08/2007Links
[1] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D256
[2] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D560
[3] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D266
[4] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D123
[5] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D201
[6] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D258
[7] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Fsid%3D168
[8] http://www2.euclidesdacunha.org.br/%3Ffrom%255Finfo%255Findex%3D31%26amp%3Binfoid%3D5763%26amp%3Bsid%3D574