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Artigos

  • Salamanca e o Brasil

    Jornal do Commercio (RJ), em 21/11/2014

    Por iniciativa do seu Centro de Estudos Brasileiros, a Universidade de Salamanca, uma das mais tradicionais do mundo (data de 1218), ouviu com muita atenção as palestras de dois acadêmicos brasileiros sobre a vida e a obra do poeta Manuel Bandeira. O primeiro a falar na instituição espanhola foi Marcos Vinicius Vilaça, que fez um inteligente apanhado sobre alguns dos melhores poemas de Bandeira. Pasárgada foi referência muito apreciada.

  • Um banco de empregos

    Jornal do Commercio (RJ), em 16/11/2014

    O esforço de intermediação desenvolvido pelo CIEE/RJ tem seu foco na chamada geração "nem nem", formada por jovens que não estudam e nem trabalham. O programa, que atende a estudantes com idades entre 17 e 24 anos incompletos, está presente no Rio de Janeiro, em Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Japeri e logo iniciará suas atividades no município de São João de Meriti.

  • Mão de obra qualificada

    O Imparcial (MA), em 14/11/2014

    O ensino deve ser mais atraente para despertar o interesse do jovem. Ele precisa se interessar não apenas pelo emprego, pelo dinheiro, mas deve se envolver com o ensino propriamente dito. Hoje, a educação média demonstra evasão de quase 50% porque o estudante ingressa na escola e não tem interesse pelo que é ministrado. No passado, havia poucas vagas, e nem todos conseguiam cursar o ensino médio. Hoje, as vagas sobram. Anteriormente, quem não conseguia prosseguir com os estudos, ingressava diretamente no mercado de trabalho. Havia os jovens que estudavam e os que iam trabalhar. Mas, atualmente, para quem não tem estudo, o mercado é muito estreito. Sem estudo, as pessoas encontram apenas atividades secundárias. Nosso mercado está preparado para receber pessoas qualificadas.

  • Prêmio de Responsabilidade Social

    Folha Dirigida (RJ), em 13/11/2014

    Num ambiente de grande alegria, na sede da Associação Comercial do Estado do Rio de Janeiro, foram entregues os Prêmios de Responsabilidade Social, iniciativa do CIEE/ RJ, que este ano contou com a presença de representantes de outros Estados. Explica-se a alegria: por coincidência, a data de entrega foi muito próxima de um grande feito, que foi a concessão dos Cebas (Certificados de Entidades Beneficentes dc Assistência Social) por parte do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome ao CIEE do Rio de Janeiro, depois de uma luta de esclarecimentos durante cerca de quatro anos.

  • Filantropia ganha pontos

    Tribuna de Petrópolis (RJ), em 06/11/2014

    Depois de quatro anos de intensa luta, o Ministério do Desenvolvimento Social e de Combate à Fome, numa sábia e justa decisão da Ministra Teresa Campello, renovou o registro de entidade de assistência social requerida pelo Centro de Integração Empresa-Escola do Rio de Janeiro, até dezembro de 2015. Pode assim a instituição conceder os seus Certificados de Filantropia, para tanto contando com os efeitos da Portaria nº 208, de 16 de outubro de 2014, assinada pela dra. Denise Ratman Arruda Colin.

  • O sonho da geração Y

    Folha Dirigida (RJ), em 06/11/2014

    Há uma crise de qualidade na formação dos nossos recursos humanos. Isso tem consequências graves, pois muitas empresas se queixam de que não podem alcançar maior progresso em virtude dessa deficiência, que se revela em todos os graus de ensino, especialmente no médio e no superior.

  • Prêmio de responsabilidade social

    Jornal do Commercio (RJ), em 31/10/2014

    Num ambiente de grande alegria, na sede da Associação Comercial do Estado do Rio de Janeiro, foram entregues os Prêmios de Responsabilidade Social, iniciativa do CIEE/RJ, que este ano contou com a presença de representantes de outros Estados. Explica-se a alegria: por coincidência, a data de entrega foi muito próxima de um grande feito, que foi a concessão dos Cebas (Certificados de Entidades Beneficentes de Assistência Social) por parte do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome ao CIEE do Rio de Janeiro, depois de uma luta de esclarecimentos durante cerca de quatro anos.

  • Filantropia ganha pontos

    Jornal do Commercio (RJ), em 24/10/2014

    Depois de quatro anos de intensa luta, o Ministério do Desenvolvimento Social e de Combate à Fome, numa sábia e justa decisão da ministra Teresa Campello, renovou o registro de entidade de assistência social requerida pelo Centro de Integração Empresa-Escola do Rio de Janeiro, até dezembro de 2015. Pode assim a instituição conceder os seus Certificados de Filantropia, para tanto contando com os efeitos da Portaria n° 208, de 16 de outubro de 2014, assinada pela dra. Denise Ratman Arruda Colin.

  • A geração quântica

    O Globo, em 16/10/2014

    Está na moda, hoje em dia, citar a geração Y, ou seja, aquela formada pelos jovens que nasceram na década de 80 ou até meados dos anos 90. Em média, 30 anos de idade. Uma das principais características dessa geração é a pressa, a chamada inimiga da perfeição. Nascidos no auge da Era da Informação, esses jovens começam a assumir o comando de empresas importantes com a convicção de que é preciso fazer tudo depressa. Não é bem assim.

  • Conhecimento é poder

    Folha Dirigida (RJ), em 14/10/2014

    No Brasil, vivemos hoje sob o estigma baixa da qualificação escolar. Não é um fenômeno somente brasileiro, pois o presidente Barak Obama, que afirma ter escolhido a esperança em lugar do medo, investe 500 bilhões de dólares anuais em educação. Está impressionado com a má performance de 5 mil escolas norte-americanas e as notas medíocres alcançadas nos exames internacionais (Pisa) de Matemática, por exemplo: os Estados Unidos ficaram em 35° lugar, enquanto o Brasil alcançou o 54°, numa competição de 57 países (ano-base 2006).

  • Visita à France Presse

    Jornal do Commercio (RJ), em 10/10/2014

    Como jornalista, tornou-se I imperdível a chance de unia visita à tradicional Agência France-Presse, na Plâce de la Bourse, em Paris. Recebido pelo também jornalista Philippe Onillon, diretor internacional de informação, tive o ensejo de conhecer detalhes do funcionamento da Agência, inclusive a enorme redação.

  • A vontade de complicar

    Tribuna de Petrópolis (RJ), em 01/10/2014

    Ninguém duvida que se trata de uma tarefa complicada montar um vocabulário para a língua portuguesa.  Pelo número de verbetes e a extensão geográfica do seu uso.  De vez em quando, aparecem “gênios” querendo contribuir ou atrapalhar os cuidados com o nosso utilíssimo Vocabulário. O assunto chegou ao plenário da Academia Brasileira de Letras, como não poderia deixar de ser. 

  • Como ensinar a pensar?

    Folha Dirigida (RJ), em 25/09/2014

    Depois de falar por mais de uma hora, para 800 professores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em Paulo, tive o prazer de debater questões por eles suscitadas. “O meu tema era ‘A educação do futuro - a nova sala de aula”, o que por si só foi bastante instigante. Mostrei que não basta só pagar melhores salários aos professores (o que é necessário), mas é preciso reformular o conteúdo e as estruturas de ensino, tomando por base um novo curso de Pedagogia. Fui aplaudido quando mostrei o atual estágio dos cursos de formação de professores e o quanto estão eles dissociados do que se entende por uma educação moderna.

  • O melhor dos últimos

    Folha Dirigida (RJ), em 18/09/2014

    Cada relatório anunciado, relativo à educação, é um susto que levamos. Foi a vez da OCDE (o clube dos países ricos) e refere-se ao ano de 2014.  Nossa posição  no concerto internacional é,  no mínimo,  lamentável. Entre 36 países pesquisados, embora sejamos comprovadamente a sétima economia do mundo, ficamos em penúltimo lugar quanto a investimentos por aluno nos níveis fundamental, médio e superior.

  • Chopin, o eterno

    A Gazeta (ES), em 04/09/2014

    Sempre mantive no meu espírito as ressonâncias da obra do pianista polonês Fréderic Chopin. Sem ser pianista, fui tocado pela vida de Chopin quando assisti, aos 10 anos, em São Paulo, no cinema Paramout, ao filme "À Noite Sonhamos", de Charles Vidor. Trata-se de uma biografia, naturalmente romanceada, de um dos gênios da música universal. Ele viveu na Polônia até os 20 anos de idade, mas devido à invasão da Rússia ao seu país fugiu para a França, onde viveu até os 39 anos de idade. Lá ele compôs algumas das suas obras-primas e se apresentou em inúmeros concertos, enquanto a saúde permitiu. Era frágil e consta que teria tuberculose, mas também se especula que suas seguidas crises de alucinações eram devidas a uma renitente epilepsia.