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Escrevi sobre o empoderamento feminino lá em casa (O DIA de 28/1/19) e deixei de propósito para citar a minha irmã em separado.
Escrevi sobre o empoderamento feminino lá em casa (O DIA de 28/1/19) e deixei de propósito para citar a minha irmã em separado.
Durante o encerramento da série de seminários “Brasil, Brasis”, na Academia Brasileira de Letras, quando foi abordado o tema “Educação: a grande prioridade”, através de uma palestra brilhante do professor Antonio Celso Pereira, tive a oportunidade de fazer algumas colocações sobre o momento atual da educação brasileira.
É mais do que justa a comemoração anual que se faz em homenagem à raça negra, que, hoje, representa 54% do povo brasileiro.
Jair Bolsonaro, o candidato do PSL - Partido Social Liberal, foi eleito o novo presidente do Brasil, e no discurso que fez, no anúncio de sua vitória, prometeu transformar o Brasil em uma grande, livre e próspera nação, “reduzindo a sua estrutura e a burocracia, cortando desperdícios e privilégios, para que as pessoas possam dar muitos passos à frente”.
A literatura infantojuvenil está sendo vítima de patrulhamento ideológico, liderado por pais que querem se meter na chamada liberdade de cátedra, que é um dispositivo constitucional.
No dia 23 de abril de 1923, o Rio de Janeiro viu nascer o seu filho ilustre, Helio Jaguaribe de Mattos, conhecido apenas como Helio Jaguaribe.
Conduzidos pela professora Bilba, os alunos da segunda série do ensino fundamental da Escola Eliezer Max, do Rio de Janeiro, submeteram este autor a uma inteligente sabatina, com perguntas de todos os calibres. É verdade que o sr. nasceu em Pilares e que os seus pais eram poloneses? Por que vieram para o Brasil?
Nem sempre as reformas produzidas em nossas escolas foram para melhor. Às vezes até foram movimentos incompreensíveis, como a supressão da educação artística. Somos um povo que aprecia artes, como o cinema, o teatro e a música. Por que não incentivar isso novamente nas escolas?
Está fazendo um grande sucesso o projeto “Música nas escolas”, criado pelo professor Carlos Alberto Serpa, presidente da Fundação Cesgranrio. Ao escrever sobre o assunto, de propósito, não citei o grande maestro Villa-Lobos. Por um motivo só: queria homenageá-lo sozinho, pelo muito que realizou no sentido de valorizar a educação musical em nosso país. Quem não se recorda disso?
Presente em uma declaração realizada pela Organização das Nações Unidas, em 1959, a educação é garantida como direito a todas as crianças, independentemente de seu sexo, cor, língua ou religião. Porém, a privação do acesso de meninas a essa garantia é um problema antigo e constante, que está em diversos países ainda hoje, gerando importantes debates sobre a questão ao longo dos últimos anos.
Estamos em plena realização da Copa do Mundo, mas temos que ficar atentos: a Educação brasileira merece ser também priorizada. Com um certo saudosismo, me vi relembrando as Copas anteriores e o que estava ocorrendo com a nossa educação, por ocasião de suas realizações.
Quando vem ao Rio, que é a sua procedência, o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, não perde a oportunidade de recordar as suas origens. Desta feita, a convite de Hillel, que é um grupo de jovens interessados na cultura judaica, o ministro Barroso lembrou os seus tempos de Vassouras e depois os estudos na Escola Estadual Pedro Álvares Cabral, antes de frequentar a Faculdade de Direito da UERJ (no Catete), na qual se tornou titular. Disso tudo resultou um grande amor pela educação.
Há palavras que, em determinados períodos, ganham força extraordinária. Hoje em dia, coaching está na moda e se aplica aos movimentos de orientação profissional.
Com a presença de altas figuras da educação brasileira, realizou-se em Comandatuba (Bahia) o XI Congresso Brasileiro de Educação Particular, promovido pelo Fórum das Entidades Representativas do Ensino Superior Particular. No final do conclave, o professor Celso Niskier, reitor da Unicarioca e vice-presidente da ABMES, dissertou sobre o tema “Ensino Superior: Inovação e Inclusão para o Brasil que Queremos”. Houve aplausos generalizados.
Sobre a força da televisão como mídia, muito já se escreveu. Em termos de comunicação, exerce uma notória liderança sobre os demais veículos – e devemos saudar o seu uso inteligente.